Território, Trabalho e Saúde: Repercussões Socioambientais do Estilo de Vida em Duas Comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, Manaus, Amazonas

Duarcides Ferreira Mariosa, Maria Virgínia Righetti Fernandes Camilo

Resumo


O objetivo do texto é analisar as condições socioambientais e epidemiológicas da população adulta de duas comunidades ribeirinhas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, Manaus, Amazonas (RDS do Tupé), comparando níveis de incidência do Diabetes Mellitus em dois grupos populacionais distintos, colocados em pontos opostos de desenvolvimento socioeconômico – a RDS do Tupé e a cidade de Manaus. Trata-se de um estudo de caso, baseado em pesquisa de campo e uso de estatísticas fornecidas pelo Ministério da Saúde e IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de caráter exploratório, descritivo e transversal que emprega as técnicas de análise ecológica de grupos múltiplos e de observação etnográfica para examinar a influência das condições socioambientais nas taxas de ocorrência do Diabetes Mellitus. A análise dos dados coletados sugere que fatores sociais determinantes do Diabetes Mellitus, como o sedentarismo e a obesidade, são influenciados pelo estilo de vida típico das comunidades analisadas, afetando muito mais mulheres que os homens e que a forma não homogênea da distribuição territorial da doença exigiria ajustes nos planos de Gestão das Políticas Públicas de Saúde. Com isso, a substituição das categorias empíricas homem/mulher, fundamentada na diferença biológica entre os sexos, pela categoria analítica de gênero, que supõe a existência de relações de poder entre os sexos, implica também considerar nos estudos socioambientais e de saúde coletiva as construções sociais da identidade subjacentes às práticas que incorporam as condições materiais de vida e de existência social no território.

Palavras-chave


Vulnerabilidade Socioambiental; Gestão em Saúde; Estilo de Vida

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DOI: http://dx.doi.org/10.5585/rev.+gest.+sist..v7i2.434

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