O Trade Marketing e suas Atividades: Estudo de Casos no Setor Farmacêutico

Tatiana Ferrara Barros, Marcos Cortez Campomar

Resumo


Em diversas empresas o desenvolvimento de departamentos de Trade Marketing está se tornando cada vez mais comum. Dessa forma, a pesquisa nessa área empresarial ganha importância. O Trade Marketing pode auxiliar na divulgação de produtos farmacêuticos, trabalhando o relacionamento com os canais de distribuição. Entretanto, são poucos os estudos relacionados ao Trade Marketing. A falta de trabalhos na academia deixa uma série de lacunas a serem preenchidas, como por exemplo: do que realmente trata-se o Trade Marketing? Quais são as funções desenvolvidas por esta área? E O que as empresas têm desenvolvido neste departamento?
Sendo assim, com a escassez de trabalhos na área de Trade Marketing, relevância dessa função organizacional e importância do setor farmacêutico este trabalho propôs um aprofundamento do tema no intuito de responder ao seguinte questionamento: o que é e como funciona o Trade Marketing no setor farmacêutico? Diante deste problema de pesquisa apresentado, foi proposto o seguinte objetivo: verificar como ocorre o desenvolvimento das atividades de Trade Marketing na indústria farmacêutica.

Palavras-chave


Trade Marketing; Setor Farmacêutico; Marketing Farmacêutico.

Texto completo:

PDF

Referências


Achrol, R. S., Reve, T., & Stern, L. W. (1983). The environment of marketing channel dyads: a framework for comparative analysis. The Journal of Marketing, 47(4), 55–67. Retrieved from http://www.jstor.org/stable/10.2307/1251399

Almeida, V. M. C. de, Penna, L. S., Silva, G. F. da, & Freitas, F. Dá. (2012). Trade Marketing no Setor de Lojas de Conveniência. Revista de Administração de Empresas, 52(nov./dez), 643–656. Retrieved from http://www.scielo.br/pdf/rae/v52n6/v52n6a06.pdf

Alvarez. (1999). A aplicação dos conceitos de Trade Marketing nas empresas de produtos alimentícios de consumo: um estudo exploratório. Retrieved from http://www.cegente.com.br/upload/tesesmonografias/arq_113.pdf

Alvarez, F. J. S. M. (2008). Trade Marketing: a conquista do consumidor no ponto de venda (1st ed.). São Paulo: Saraiva.

Alvarez, F. M., Toledo, L. A., Caigawa, S. M., & Jordão, T. R. (2004). Trade Marketing. Um estudo exploratório junto a empresas de produtos alimentícios. Congresso Virtual Brasileiro de Administração. Retrieved from http://www.convibra.com.br/2004/pdf/62.pdf

Anderson, J. C., & Narus, J. A. (1984). A Model of the Distributor’s Perspective of Manufacturer Working. Journal of Marketing, 48(Fall), 62–74.

Brasil. RDC 96 (2008).

Brown, J. R., & Dant, R. (2008). On what makes a significant contribution to the retailing literature. Journal of Retailing, 84(2), 131–135. https://doi.org/10.1016/j.jretai.2008.05.002

Campomar, M. C. (1991). Do uso de “estudo de caso” em pesquisas para dissertações e teses em administração. Revista de Administração, São Paulo, 26(3), 95–97. Retrieved from http://www.pessoal.utfpr.edu.br/luizpepplow/disciplinas/metodologia/O uso de estudos de caso.pdf

Campomar, M. C., & Ikeda, A. A. (2006). O planejamento de marketing e a confecção de planos: dos conceitos a um novo modelo (1st ed.). São Paulo: Saraiva.

Conselho Federal de Farmácia. (2010). Relatório da Comissão de Fiscalização.

Cônsoli, M. A., & D´Andrea, R. (2010). Trade Marketing: estratégias de distribuição e execução de vendas (1st ed.). São Paulo: Atlas.

Corstjens, J., & Corstjens, M. (1995). Store Wars: the battle for mindspace and shelfspace (1st ed.). Chichester: Wiley.

Crescitelli, E., & Shimp, T. A. (2012). Comunicação de Marketing: integrando propaganda, promoção e outras formas de divulgação (1st ed.). São Paulo: Cengage Learning.

Davies, G. (1990). Marketing to retailers: a battle for distribution? Long Range Planning, 23(6), 101–108. Retrieved from http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/002463019090107F

Dawson, J., & Shaw, S. (1989). The move to administered vertical marketing systems by British retailers. European Journal of Marketing, 23(7), 42–52. Retrieved from http://www.emeraldinsight.com/journals.htm?articleid=853133&show=abstract

Dhar, S. K., Hoch, S. J., & Kumar, N. (2001). Effective category management depends on the role of the category , 77, 165–184.

Dupuis, M., & Tissier-Desbordes, E. (1994). Trade Marketing: mode ou nouvelle approche des relations producteurs/distributeurs? Décisions Marketing, (2), 45–57.

Dupuis, M., & Tissier-Desbordes, E. (1996). Trade marketing and retailing: a European approach. Journal of Retailing and Consumer Services, 3(1), 43–51. Retrieved from http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0969698995000453

Eisenhardt, K. M., & Graebner, M. E. (2007). Theory Building From Cases: Opportunities and Challenges. Academy of Management Journal, 50(1), 25–32. https://doi.org/10.5465/AMJ.2007.24160888

Eliashberg, J., & Michie, D. (1984). Multiple business goals sets as determinants of marketing channel conflict: An empirical study. Journal of Marketing Research, 21(1), 75–88. Retrieved from http://www.jstor.org/stable/10.2307/3151794

Ferracciù, J. D. S. S. (2007). Marketing Promocional: a evolução da promoção de vendas (6th ed.). São Paulo: Pearson Prentice Hall.

Geyskens, I., Steenkamp, J., & Kumar, N. (1999). A meta-analysis of satisfaction in marketing channel relationships. Journal of Marketing Research, 36(2), 223–238. Retrieved from http://www.jstor.org/stable/10.2307/3152095

Interfarma. (2014). Guia 2014 Interfarma. São Paulo.

Kotler, P., & Keller, K. L. (2006). Administração de marketing (12th ed.). São Paulo: Pearson Education do Brasil.

Motta, R. (2007). Estratégias e estruturas de trade marketing na indústria de bens de consumo não-duráveis como resposta as transformações ocorridas no varejo alimentício do Brasil. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Motta, R., Santos, N., & Serralvo, F. A. (2008). Trade Marketing: teoria e prática para gerenciar os canais de distribuição. (Elsevier, Ed.) (1st ed.). Rio de Janeiro.

Randall, G. (1994). Trade Marketing Strategies: the partnership between manufacturers, brands and retailers (2nd ed.). Oxford: Butterworth-Heinemann.

Rosenberg, L. J., & Stern, L. W. (1970). Toward the Analysis of Conflict in Distribution Channels: A Descriptive Model. Journal of Marketing, 34(4), 40. https://doi.org/10.2307/1250710

Rosenbloom, B. (1973). Conflict and channel efficiency: some conceptual models for the decision maker. The Journal of Marketing, 37(3), 26–30. Retrieved from http://www.jstor.org/stable/10.2307/1249943

Serralvo, F. A., João, B. N., & Cardoso, O. O. (2011). The importance of trade marketing on management relations in the consumer goods industry. International Journal of Business Research, 11(6), 148–153.

Shankar, V., Inman, J. J., Mantrala, M., Kelley, E., & Rizley, R. (2011). Innovations in Shopper Marketing: Current Insights and Future Research Issues. Journal of Retailing, 87, S29–S42. https://doi.org/10.1016/j.jretai.2011.04.007

Shiraishi, G. de F. (2009). Estratégias da empresa e as estruturas de marketing. Universidade de São Paulo.

Yin, R. K. (2015). Estudo de caso:planejamento e métodos (5th ed.). Porto Alegre: Bookman.

Zeyl, A., & Zeyl, A. (1997). Le trade marketing: ou la nouvelle logique des échanges producteurs-distributeurs (1st ed.). Paris: Vuibert.




DOI: http://dx.doi.org/10.5585/rev.+gest.+sist..v7i3.448

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença
Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

Rev. Gest. Sist. Saúde
e-ISSN: 2316-3712
www.revistargss.org.br